Storytelling


 Desde 1972, Hotel Praia Golfe entre terra e mar a permitir sonhar.

O olhar tende a voltar-se para o passado de forma displicente, ignorando tantas vezes que no acto da observação transportamos connosco tudo o que somos no presente e o que aspiramos ser no futuro. Assim entendido, o acto de observar o passado não nos deixa perante uma imagem estática e intocável, antes perante um horizonte vivo que nos vai devolver tanto quanto nele colocarmos.
A marca do Hotel Praia Golfe não se esgota no corpo que começa nos alicerces vincados bem fundos e se estende até ao alto do oitavo piso, permitindo espreitar a terra e o mar. Os valores que recebemos de então continuam entre nós e deles temos orgulho, estão para lá da pedra e metal estruturantes, formam um corpo possível de ser observado como se de mais uma janela se tratasse, uma que nos permite ver o Tempo como um todo e nós no meio dele.
Em 1972 o Hotel Praia Golfe foi inaugurado, o contexto era bem diferente do que hoje vivemos e experimentamos, contudo, quem pensou e arriscou a sua criação rodeou-se de olhares que desafiam os sentidos e o espírito, completando o edifício e a experiência que nele se poderia ter. As várias obras de Arte presentes no Hotel estão em espaços comuns, fundem-se com eles, prolongam-nos para lá do uso e permitem a quem os ocupa experimentar o melhor que temos para oferecer – uma experiência total.

Hotel Praia Golfe
Experience All.

 

(O nosso quotidiano) Painel Exterior
 
Figuras reúnem-se, misturam-se, apresentam o fervor das jornadas
Sentidos inebriados aguçam a Imaginação e esta logo se permite levar
Ao sabor do vento com todo o objecto leve nas acções contornadas
Até o quotidiano da cidade que se mistura com a praia se desvelar.
 
 
António Sampaio ousou observar o mundo que o rodeava e usou várias formas de expressão para revelar o que lhe tocava. O painel de azulejos que reveste parte da fachada frontal do PraiaGolfe conduz-nos pelo meio do turbilhão que facilmente se gera em ambiente de praia, anuncia o que nos reservam os dias e permite-nos viajar sem as amarras figurativas tradicionais, possibilitando a criação de memórias próprias.

Painel do Auditório.
 
A mensagem cuidada no sentido e referência procura um par
Na origem está o orador com o que nele pulula em jeitos contidos
O que ecoa no auditor viaja sob a forma de onda e faz-se singular
Perde-se a razão para logo se encontrar na reunião dos sentidos.
 
Perante a sala primeiramente pensada como um auditório, Laureano Ribatua presenteou-nos com o magnífico painel que perante nós se abre como uma onda de som, enquadrando visualmente o uso do espaço. As cores mais ténues ganham força assim que chegam à região central do espectro, precisamente onde se coloca a voz humana, para depois voltarem a desvanecer.
Hoje sala Pinto de Magalhães, espaço multifunções, ainda é o local que acolhe o bom uso da palavra, seja aquando de uma refeição, reunião ou outra ocasião.




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